Nova Unidade de Atendimento em Serra Branca

Na sexta-feira 22/07/2016, inauguramos em Serra Branca, mais uma Unidade de Atendimento do Plano Digna.

Na inauguração realizamos uma ação social, que contou com aferição de pressão, teste de glicemia, distribuição de água mineral e música ao vivo.

Agradecemos a população de Serra Branca pelo acolhimento!!!

Nossa unidade está localizados na Praça Joaquim Gaudêncio, 01, Centro.

 

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Nova Unidade de Atendimento em Boqueirão

Chegou em Boqueirão a mais nova Unidade de Atendimento do Plano Digna.

A inauguração aconteceu no dia 02 de junho, com uma ação social que contou com aferição de pressão, teste de glicemia e distribuição de água mineral e música ao vivo.

Obrigado Boqueirão pelo acolhimento!!!

Estamos localizados na Rua Coronel Manoel Pinto, 20 - Próximo ao Hotel Varandas.

 

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Nova Unidade de Atendimento em Taperoá

Chegou em Taperoá o maior e melhor Plano Assistêncial Familiar da Paraíba!!

Grande festa de inauguração aconteceu no dia 22 de Junho.

Estamos localizados na Rua Epitácio Pessoa, 176 - Loja 03.

 

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Nova Unidade de Atendimento em Junco do Seridó

A cidade de Junco do Seridó agora tem uma Unidade de Atendimento do Plano Digna.

A inauguração aconteceu no dia 16 de junho, com uma ação social que contou com aferição de pressão, teste de glicemia e distribuição de água mineral.

Obrigado Junco pelo acolhimento!!!

Rua Balduino Guedes, 668, Centro - Em frente à Câmara Municipal.

 

 

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Dietas da Moda: esforço inválido

Não é novidade que fazer dieta da moda, sem a adoção de hábitos saudáveis pode ser um tiro no pé. Obviamente os resultados são chamativos e tentadores mas não são duradouros.

Um site popular em nutrição conseguiu analisar mais de 26 artigos que ofereceram esse tipo de dieta por mais de 4 semanas, as dietas analisadas foram: vigilantes do peso, Dr. Atkins, South Beach e dieta da zona, todas apresentaram resultado negativo na manutenção do peso, apesar da perda de peso, não conseguiram mantê-lo nos12 meses subsequentes.

Os nutricionistas são conclusivos em dizer que a manutenção do peso só acontece quando há mudança real de estilo de vida.

Sabemos que essa época do ano propicia às pessoas buscarem métodos milagrosos e isso faz com que os consultórios lotem em meados de fevereiro/março.

Para quem deseja um corpo com saúde, esbelto, sem recorrer a métodos da moda, deve mudar de estilo de vida, isso envolve mudar a forma de ver os alimentos, ser disciplinada e focado, com a orientação profissional adequada. Somente a mudança de hábitos fará com que consiga manter uma vida saudável para a vida toda.

Procure um nutricionista!

 

Fonte: meunutricionista.com.br

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Vida longa e próspera: 15 maneiras simples de viver mais e melhor

Quando uma pessoa faz aniversário nós geralmente a parabenizamos e desejamos que ela tenha muitos anos de vida. Viver bastante é, definitivamente, um de nossos maiores objetivos. Se é isso que você também quer, confira algumas atitudes inusitadas a seguir, retiradas da Time, e que podem ajudar você a apagar muitas velinhas ainda. E, lógico, não se esqueça de olhar para os dois lados da rua antes de atravessar – o mínimo cuidado também ajuda:

 

 

1 – Adote um cachorro

Uma pesquisa recente, publicada no Circulation, revelou que ter um cachorro em casa faz com que o dono do animal seja mais ativo e, consequentemente, diminua os riscos de desenvolver doenças cardíacas. Olha só que bacana: quem leva seu cachorro para passear acaba fazendo, em média, 150 minutos de atividade física semanalmente. Além de tudo, ter um cachorro vai reduzir seu stress e fazer de você uma pessoa feliz.

2 – Faça mais sexo

Eis uma forma bastante prazerosa de fazer bem para a sua saúde, convenhamos. Talvez você não saiba, mas muitos cientistas por aí já sugeriram que há uma relação direta entre ter orgasmos e viver mais. Pode começar a comemorar.

Vamos aos dados e às datas: uma pesquisa de 1997 concluiu que homens que tinham bastantes orgasmos eram menos propensos a desenvolver doenças cardíacas. Além disso, fazer sexo vai melhorar seu sistema imune, reduzir seu stress e, inclusive, pode ajudar a controlar seu apetite – ótimo complemento para aquela sua dieta nova. Três orgasmos por semana já vão melhorar a sua saúde. Ordens médicas: melhor não contrariar.

3 – Não se esqueça de usar o fio dental

Usar o fio dental não apenas vai tirar aquele restinho de comida que ficou entre os dentes, como também vai evitar a formação de placas. A verdade é que não usar o fio dental pode causar inflamações na sua gengiva, o que aumenta o risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais. Parece bizarro, mas diversos estudos relacionam o surgimento de doenças cardíacas à falta de higiene bucal. Especialistas recomendam usar o fio dental pelo menos uma vez ao dia.

4 – Tenha atitudes positivas

Cientistas da Escola de Medicina Albert Einstein, em Nova York, estudaram a vida de 243 centenários e descobriram que todos eles tinham algumas características em comum: eram pessoas que viam o lado bom da vida, otimistas, felizes e fáceis de conviver.

Na dúvida, tente ser uma pessoa mais maleável, divirta-se mais, ria mais, dedique um pouco de seu tempo a assistir vídeos engraçados ou a fazerqualquer coisa que provoque o seu riso. Rir ajuda a diminuir a pressão arterial, as dores fortes e o stress.

5 – Seja sociável

Sair com os amigos, ir num boteco ou apenas reunir a galera para tomar um café pode fazer com que você viva mais. Uma análise de 148 pesquisas, feita pela Universidade de Brigham Young, descobriu que claramente há uma relação entre o convívio social e uma vida longa.

“Pessoas com relações sociais fortes têm 50% a mais de chances de continuar vivendo do que aquelas com relacionamentos fracos”, disse Elizabeth Lombardo, pesquisadora, escritora e psicóloga. Ela completou dizendo que ficar sozinho pode comprometer nosso sistema imune.

6 – Coma nozes

Pessoas que comem nozes com frequência têm menos chances de morrer do que aquelas que não comem. A relação entre nozes e longevidade foi publicada em 2013 no New England Journal of Medicine.

Nozes são ricas em antioxidantes, fibras, gorduras insaturadas e, de quebra, fazem um bem danado à sua saúde cardíaca. Consumindo com moderação, está valendo.

7 – Descubra seu propósito

Não importa qual é a sua idade, encontrar um propósito na sua vida vai fazer com que você viva mais. Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Rochester descobriu, avaliando o perfil de 6 mil pessoas, que aquelas que encontram um propósito para suas vidas vivem mais do que as que correm atrás de apenas um objetivo específico.

Para definir um senso de propósito de vida, foque-se no impacto positivo que determinado trabalho realizado por você pode ter. Deixe de ser perfeccionista e não fique focado em apenas um objetivo.

8 – Beba café

Péssima notícia para quem tem gastrite: a verdade é que beber café pela manhã não apenas faz com que você acorde de uma vez por todas como o consumo da bebida pode aumentar seu tempo de vida. Há diversos estudos sobre os efeitos do café no organismo, e alguns já apontaram que a bebida pode diminuir as chances de a pessoa ter diabetes, doenças cardiovasculares e, inclusive, Alzheimer.

O segredo, como tudo na vida, é não exagerar. O excesso de cafeína pode provocar insônia, crises de ansiedade e interferir na absorção de cálcio.

9 – Durma bem

Sabe aquela pessoa que diz que dorme pouco porque “vai ter a eternidade inteira para dormir”? Não dê ouvidos a ela. Para viver mais, você precisa dormir bem. A falta de sono está diretamente ligada a doenças como o diabetes tipo dois, sabia? Além disso, ficar sem dormir vai fazer de você uma pessoa ranzinza, mal humorada e cansada o tempo todo. O ideal é ter pelo menos sete horas de sono por dia. Manter uma rotina de descanso é fundamental – vale também para os finais de semana, hein!

10 – Seja feliz

Lógico que felicidade não é uma camisa que você simplesmente escolhe usar, mas é possível pensar a respeito e descobrir o que é que faz de você uma pessoa feliz de verdade. Vale de tudo: daquele bolo de fubá que só a sua avó sabe fazer à companhia do seu melhor amigo; do seu novo livro favorito ao final de semana passado ao lado dos seus pais. A felicidade vem, geralmente, com as coisas mais simples, repare.

Ser feliz é tão bom que um estudo de Illinois, nos EUA, descobriu que, de fato, pessoas felizes vivem mais. Elizabeth Lombardo explica que fatores como depressão, pessimismo e stress estão diretamente relacionados a uma vida mais curta, afinal são fatores que prejudicam nosso sistema imunológico.

Vale lembrar que, em casos de depressão e outras doenças similares, não adianta dizer para a pessoa que ela precisa ver o lado bom da vida, simplesmente porque isso não depende dela. Nesses casos, portanto, é sempre bom procurar ajuda médica, afinal há diversos tratamentos eficientes para o problema.

11 – Chega de refrigerante

Não pense na bebida apenas como uma vilã para quem quer perder peso. Refrigerante não é bom para ninguém, e isso vale tanto para a versão normal quanto para as sem açúcar. Um estudo recente, publicado no American Journal of Public Health, descobriu uma relação entre o consumo da bebida e o tempo de vida de quem a bebe.

Os pesquisadores levaram cinco anos para descobrir que o consumo de refrigerante normal está diretamente relacionado ao encurtamento dos telômeros, que são estruturas dos nossos cromossomos, ligadas ao envelhecimento.

Quanto às versões dietéticas, fica o alerta: o consumo está associado ao ganho de peso, ao surgimento do diabetes tipo 2 e à depressão. Na dúvida, tome bastante água e aposte em sucos, principalmente os naturais sem açúcar.

12 – Corridinha básica

Além de ser um excelente exercício, algumas pesquisas sugerem que não é necessário mais do que cinco minutos de corrida por dia para garantir uma vida mais saudável e, consequentemente, mais longa. Isso pode reduzir em até 58% a sua chance de desenvolver problemas cardíacos, sabia? Além disso, diminui em 28% o risco de morte de uma maneira geral. E o melhor de tudo é que você pode correr em ritmo lento, não precisa querer bancar o maratonista.

13 – Se você come carne, escolha o peixe

O conselho aqui se dá por causa do ômega-3, substância com efeitos praticamente mágicos. Um estudo publicado no Annals of Internal Medicine revelou que pessoas com maiores níveis de ômega-3 no sangue vivem dois anos a mais do que quem tem pouca quantidade da substância. Não é uma prova de que comer peixe faz você viver mais, mas é, definitivamente, uma conexão entre as duas coisas.

Pessoas com altos níveis de ômega-3 no organismo têm uma redução no risco de morte em até 27% e de 35 no de desenvolver doenças cardíacas. Para comer ômega-3, escolha salmão, atum e truta-de-lago.

Se você não come carne, é bom consumir semente de linhaça e o óleo extraído dela, rico na mesma substância. De acordo com o nutricionista George Guimarães, especialista em dietas vegetarianas, o ideal é consumir, diariamente, uma colher de chá de óleo de linhaça. Então não tem desculpa, hein!

14 – Levante-se!

Nós já até falamos sobre o assunto aqui no Mega Curioso: ficar sentado durante muito tempo faz mal à sua saúde e ainda reduz seu tempo de vida. A questão tem, mais uma vez, relação com os telômeros dos seus cromossomos. A novidade é: ficar muito tempo sentado diminui o tamanho dessas estruturas também. A solução é levantar da cadeira a cada 1 hora, mais ou menos, e dar uma voltinha. Melhor ainda se for para buscar um copo de água.

15 – Seja um voluntário

Ter algum papel social e ajudar o próximo não é apenas um exercício de cidadania, mas faz com que você se sinta útil – lembra a dica de encontrar um propósito para a sua vida? –, mas faz com que você tenha uma vida mais longa. Ou seja: o mundo fica melhor e você também.

Quem faz algum tipo de trabalho voluntário tem 20% menos chances de morrer do que aquele que não faz. A relação está no fato de que quem trabalha ajudando as pessoas de maneira voluntária geralmente tem menos depressão, sente-se melhor e mais satisfeito com relação à própria vida.

Há até um estudo realizado com pessoas aposentadas: aquelas que fazem pelo menos 200 horas anuais de trabalho voluntário no primeiro ano de aposentadoria apresentam melhoras na pressão arterial e, por isso, têm menos chances de desenvolver problemas cardíacos. Todo mundo sai ganhando. Mesmo.

 

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/saude-e-beleza/52358-vida-longa-e-prospera-15-maneiras-simples-de-viver-mais-e-melhor.htm

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Prevenção do Câncer de Próstata

Prevenir o aparecimento de um tipo de câncer é diminuir as chances de que uma pessoa desenvolva essa doença . Normalmente, isso se faz através de ações que a afastem de fatores que propiciem o desarranjo celular que acontece nos estágios bem iniciais da doença, quando apenas algumas poucas células estão sofrendo as agressões que podem transformá-las em malignas. São os chamados.

Além disso, outra forma de prevenir o aparecimento de câncer é promover ações sabidamente benéficas à saúde como um todo e que, por motivos muitas vezes desconhecidos, estão menos associadas ao aparecimento desses tumores.

Nem todos os cânceres têm esses fatores de risco e de proteção identificados e, entre os já reconhecidamente envolvidos, nem todos podem ser facilmente modificáveis, como a herança genética (história familiar), por exemplo.

Como se faz prevenção no câncer de próstata?
A próstata é uma glândula masculina que se localiza entre a bexiga e o reto. Essa glândula participa da produção do sêmen, líquido que carrega os espermatozóides produzidos no testículo. Ela envolve a uretra e seu tamanho normal é de uma azeitona. A próstata, como todo o aparelho sexual masculino, tem o seu funcionamento regulado pelos níveis de testosterona circulantes, o hormônio masculino.

O câncer de próstata, como a maioria dos tipos de câncer, tem fatores de risco identificáveis (para maiores informações sobre fatores de risco para este tipo de câncer leia o artigo "Detecção Precoce do Câncer de Próstata" neste site).

Alguns desses fatores de risco são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que cada pessoa tem a esse determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer.

Há também os fatores de proteção. Ou seja, fatores que se a pessoa está exposta a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer diminui. Entre esses fatores de proteção também há os que se pode modificar, se expondo mais a eles.

Os fatores de risco e proteção para o câncer de próstata mais conhecidos e que podem ser modificados são:

  • Idade

O câncer de próstata é incomum em homens de 50 anos ou menos. Porém depois dessa idade torna-se mais comum a cada década que passa. Por isso, fazer exames de detecção precoce após essa idade é importante. Quanto mais precocemente se diagnostica um tumor, maior são as chances de cura. Os exames mais comumente realizados para se detectar esse tipo de câncer, precocemente ou não, são o toque retal, o exame de ultra-sonografia transretal e o exame de PSA (antígeno prostático-específico).

  • Dieta

Uma dieta pobre em gordura, principalmente de origem animal, e rica em frutas, legumes e verduras parece estar associada a uma diminuição no risco para esse tipo de câncer. Algumas substâncias têm sido apontadas como responsáveis por esse fator de proteção. Os estudos com Vitamina E, Vitamina D, Selenium e Lycopene (esse último presente nos tomates) na sua forma natural ou como suplementação dietética são os mais consistentes em demonstrar essa associação. Entretanto ainda há controvérsias sobre a real capacidade dessas substâncias em diminuir a mortalidade associada a esse tipo de câncer, além de não ter se esclarecido a forma e a quantidade em que estas substâncias se tornam especificamente benéficas.

  • História familiar

Quinze por cento (15%) dos homens que tem câncer de próstata tem um familiar de primeiro grau com esta doença. Por isso, ter pai, irmão ou filho com esse tipo de tumor é indicação para fazer um seguimento mais cuidadoso com o objetivo de detectar precocemente esse tumor, assim como com o passar da idade.

  • Raça

Nos EUA, homens negros têm mais câncer de próstata que homens brancos, e mais que homens de origem oriental. Aparentemente, essa diferença racial se dá pelo níveis de testosterona circulante em cada raça. Porém, outros fatores que podem estar distribuídos de forma diferente nas raças podem ser responsáveis por essa diferença na distribuição desse tipo de câncer. De qualquer forma, homens da raça negra devem dar uma atenção especial para esse risco elevado e fazer os exames de detecção precoce rotineiramente.

Prevenção com o uso de hormônios.

Vários estudos estão sendo feitos para se definir o valor do uso de hormônios que se opõem à ação da testosterona com o objetivo de diminuir as chances de se desenvolver esse tipo de câncer. Esse tratamento seria utilizado naquele grupo de homens com risco muito aumentado. Nenhuma conclusão se obteve até o momento.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Meu pai teve câncer de próstata. Isso eleva o meu risco para esse tipo de câncer?
Já fiz o exame de PSA várias vezes. Até quando terei que fazer esse tipo de exame?

 

Fonte: abcdasaude.com.br

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Uso excessivo de equipamentos de mídia está associado à alterações da estrutura cerebral

Nos últimos anos o desenvolvimento tecnológico tem nos oferecido um sem número de equipamentos eletrônicos que nos mantem cada vez mais conectados. Sao os computadores com a internet mais veloz, telefones celulares cada vez mais sofisticados, TVs enormes e com padroes de imagens irresistíveis, tablets em que você pode degustar um livro ou ler seu jornal predileto num click. Boa parte desta parafernália é de grande auxílio, seja no trabalho, no lazer ou no estabelecimento de comunicações rápidas e relações sociais.

No entanto, esta ultraconexão – que leva muitas pessoas a usarem vários equipamentos ao mesmo tempo e não conseguirem mais desgrudar deles, sob pena de sofrerem uma "síndrome de abstinência" – tem levantado alguns questionamentos por pesquisadores da área da saúde. Este comportamento de estar sempre conectado tem sido associado à consequências negativas tanto no aspecto psicossocial quanto no cognitivo e emocional.

No último dia 24 de setembro foi publicada na revista científica PLoS One, uma pesquisa que investigou uma possível associação entre padrões de uso de aparelhos de mídia e alterações estruturais em regiões cerebrais responsáveis pelo controle da cognição, memória e capacidade de planejamento e emoções. Os pesquisadores utilizaram um exame de imagem dinâmico chamado de Ressonância Magnética Funcional para examinar estruturas cerebrais de 75 pessoas com diferentes padrões de uso de equipamentos de mídia.

Os resultados revelaram que as pessoas que usam com mais frequencia múltiplos aparelhos de mídia, muitas vezes ao mesmo tempo, apresentam menor densidade na substância cinzenta em uma regiao do cérebro chamada de córtex cingulado anterior, quando comparados com pessoas que utilizam aparelhos ocasionalmente. Esta regiao é responsável pelos processos de controle do comportamento, cognição e emoções e é consistentemente associada com estados de depressão e bipolaridade.

O estudo não demonstra qual é o sentido da causalidade, ou seja, não prova se é o uso excessivo de equipamentos que leva a alterações estruturais desta região ou pessoas com estas alterações estruturais tendem a usar mais aparelhos de mídia. Apesar desta dúvida, estes resultados juntam-se a estudos prévios que mostram uma ligação do uso demasiado de equipamentos com ansiedade, depressão e desatenção.

Enquanto isto não é definitivamente esclarecido, seria prudente dar uma controlada no excesso de conexões.

 

Fonte: abcdasaude.com.br

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